Europeus divididos<br>sobre UE
Apenas um em cada dois europeus consideram positiva a adesão dos respectivos países à União Europeia segundo os resultados preliminares do mais recente eurobarómetro realizado pela Comissão Europeia.
O inquérito, que será divulgado oficialmente esta semana, mostra que a maioria dos povos integrados na UE está pessimista em relação às políticas comunitárias de desenvolvimento social e económico.
Os países onde os índices de satisfação são maiores são o Luxemburgo (71%), a Holanda (71%), apesar do chumbo do projecto constitucional em 2005, e a Irlanda (68%).
Em contrapartida, a sondagem assinala uma forte quebra no apoio à União Europeia na Áustria, Letónia e Grã-Bretanha, onde as opiniões favoráveis não representam um terço dos inquiridos. Em França, uma expressiva maioria de 56 por cento opõe-se ao projecto europeu.
Mais de metade dos inquiridos considerou que o alcance de níveis de vida comparáveis seria «o elemento mais útil ao sucesso da Europa»; apenas 26 por cento vêem a introdução da moeda única como factor decisivo e 25 por cento encaram a adopção de uma constituição comum como essencial.
Seis em cada dez defendem uma harmonização da protecção social, enquanto 63 por cento dos inquiridos receiam que o alargamento da UE a países de mão-de-obra barata aumente as dificuldades nos mercados de trabalho.
O inquérito, que será divulgado oficialmente esta semana, mostra que a maioria dos povos integrados na UE está pessimista em relação às políticas comunitárias de desenvolvimento social e económico.
Os países onde os índices de satisfação são maiores são o Luxemburgo (71%), a Holanda (71%), apesar do chumbo do projecto constitucional em 2005, e a Irlanda (68%).
Em contrapartida, a sondagem assinala uma forte quebra no apoio à União Europeia na Áustria, Letónia e Grã-Bretanha, onde as opiniões favoráveis não representam um terço dos inquiridos. Em França, uma expressiva maioria de 56 por cento opõe-se ao projecto europeu.
Mais de metade dos inquiridos considerou que o alcance de níveis de vida comparáveis seria «o elemento mais útil ao sucesso da Europa»; apenas 26 por cento vêem a introdução da moeda única como factor decisivo e 25 por cento encaram a adopção de uma constituição comum como essencial.
Seis em cada dez defendem uma harmonização da protecção social, enquanto 63 por cento dos inquiridos receiam que o alargamento da UE a países de mão-de-obra barata aumente as dificuldades nos mercados de trabalho.